E O Vento Levou ~

Vendaval

"No fim, tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento precioso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento..."
(Mário Quintana)


Uma forte ventania bateu e levou a apresentação do blog embora. Como dá pra ver ai em cima, só sobrou uma pessoa e alguns textos... serve? =)


A Pessoa

Michelle Rodrigues. 17 anos. Projeto de escritora e dona do poodle mais lindo que existe. Dona do blog 'E O Vento Levou' desde 22 de maio de 2008. Smile. That's all. Beijoscomente. orkut.







Colaboradora



Na gaveta


Links

» UOL - O melhor conteúdo
» BOL - E-mail grátis

» Chronicles About Me
» De Férias Neste Planeta
» Debbys
» Drop of Madness
» Garatujando
» Hialoplasma
» Lush Pepper
» Minhas Ideias Soltas
» Pie
» Ponta do Durex
» Rubem Alves
» Te Dou Um Dado?

(links em construção)

Visitas

Créditos


Layout por Felipe Almeida
Hospedagem por Uol Blog
Textos por Michelle Rodrigues

11/02/2009

Fim de jogo

Foi uma situação inesperada, algo que ela nunca pensou que enfrentaria na vida. Sentimentos que nunca havia experimentado, um nó na garganta, uma dor no peito, uma angústia - e isso diariamente, dia após dia, TODOS os dias. As coisas nunca caminhavam como queria, os dias se tornavam constantemente nublados e a novela que assistia dava um final feliz para os personagens principais, mas nunca para ela. Foi como sentar em uma janela e ver a vida passar, se tornando escravo do destino, do tempo, das circunstâncias, das vontades dos outros. Uma vida inerte. A vontade de gritar sempre foi grande, de desatar os nós que a prendia, acabar com o olhar de dó dos outros. Ela sofria. Sua vontade nunca foi feita. Havia alguns dias felizes e que o vento finalmente soprava ao seu favor. Mas como uma onda que apaga o nome escrito na areia, assim veio o destino e destruiu seus sonhos os levando para o fundo do oceano. Ela sabia que a realidade que sonhava havia se afogado e tornado utopia. Mas mesmo assim, ela viveu dias esperando que os ventos mudassem de direção. Que o sol brilhasse a seu favor, que uma estrela a guiasse para o que ela mais desejava. Mas nem a natureza, nem as forças Divinas - e muito menos a realidade humana - NADA contribuiu para que sua vontade fosse realizada. Então ela levantou-se. Humildemente jogou as cartas na mesa e desistiu do jogo. Abandonou a luta - a mais amarga que já vivenciara. A mais difícil, mas deu-se por vencida. A realidade realmente sufocou e destruiu seus sonhos. E dia desses, soube que foi chamada de covarde por ter ido embora. (...)

continua.


Soprado por Mih às 16h11

[ ] | [ envie esta mensagem ] | [ ]

______________________________________________




» | Layout by Lipe - NO COPYCATS | «